quarta-feira, 16 de junho de 2010

DOENÇA DE ALZHEIMER (DA): doença degenerativa que destrói a memória - entre outras funções neurológicas - e que, segundo a Organização Mundial de Saúde, atinge 18 milhões de pessoas pelo planeta.

www.youtube.com/watch?v=h30Qn5YQNLw

www.youtube.com/watch?v=6KnxCcETnRw&feature=related

www.youtube.com/watch?v=lh4QKRYJ01w&feature=related

www.youtube.com/watch?v=dBuyvePzmJQ

Cada paciente de Alzheimer sofre a doença de forma única, mas existem pontos em comum, por exemplo, o sintoma primário mais comum é a perda de memória. Muitas vezes os primeiros sintomas são confundidos com problemas de idade ou de estresse. Quando a suspeita recai sobre o Mal de Alzheimer, o paciente é submetido a uma série de testes cognitivos. Com o avançar da doença vão aparecendo novos sintomas como confusão, irritabilidade e agressividade, alterações de humor, falhas na linguagem, perda de memória a longo prazo e o paciente começa a desligar-se da realidade. As suas funções motoras começam a perder-se e o paciente acaba por morrer.

A doença não tem cura, mas o controle é possível.

Meu comentário: Esse controle apenas é possível para a fase inicial com relação aos medicamentos que estabilizam ou amenizam, por um tempo, o avanço da deterioração das células. Ou seja, as células continuam sendo deterioradas mas de forma mais lenta e gradativa.

A evolução da doença está dividida em quatro fases:

Primeira fase
Os primeiros sintomas são muitas vezes falsamente relacionados com o envelhecimento ou com o estresse. Alguns testes neuropsicológicos podem revelar muitas deficiências cognitivas até oito anos antes de se poder diagnosticar o Mal de Alzheimer por inteiro. O sintoma primário mais notável é a perda de memória a curto prazo (dificuldade em lembrar factos aprendidos recentemente); o paciente perde a capacidade de dar atenção a algo, perde a flexibilidade no pensamento e o pensamento abstrato; pode começar a perder a sua memória semântica. Nessa fase pode ainda ser notada apatia, como um sintoma bastante comum. É também notada uma certa desorientação de tempo e espaço. A pessoa não sabe em que ano está, em que mês, em que dia.

Segunda fase (demência inicial)
Uma pequena parte dos pacientes apresenta dificuldades na linguagem, com as funções principais, percepção (agnosia), ou na execução de movimentos (apraxia), mais marcantes do que a perda de memória. A memória do paciente não é afetada toda da mesma maneira. As memórias mais antigas, a memória semântica e a memória implícita (memória de como fazer as coisas) não são tão afectadas como a memória a curto prazo. Os problemas de linguagem implicam normalmente a diminuição do vocabulário e a maior dificuldade na fala, que levam a um empobrecimento geral da linguagem. Nessa fase, o paciente ainda consegue comunicar ideias básicas. O paciente pode parecer desleixado ao efetuar certas tarefas motoras simples (escrever, vestir-se, etc.), devido a dificuldades de coordenação.

Terceira fase
A degeneração progressiva dificulta a independência. A dificuldade na fala torna-se evidente devido à impossibilidade de se lembrar de vocabulário. Progressivamente, o paciente vai perdendo a capacidade de ler e de escrever e deixa de conseguir fazer as mais simples tarefas diárias. Durante essa fase, os problemas de memória pioram e o paciente pode deixar de reconhecer os seus parentes e conhecidos. A memória de longo prazo vai-se perdendo e alterações de comportamento vão-se agravando. As manifestações mais comuns são a apatia, irritabilidade e instabilidade emocional, chegando ao choro, ataques inesperados de agressividade ou resistência à caridade. Aproximadamente 30% dos pacientes desenvolvem ilusões e outros sintomas relacionados. Incontinência urinária pode aparecer.

Quarta fase (terminal)
Durante a última fase do Mal de Alzheimer, o paciente está completamente dependente das pessoas que tomam conta dele. A linguagem está agora reduzida a simples frases ou até a palavras isoladas, acabando, eventualmente, em perda da fala. Apesar da perda da linguagem verbal, os pacientes podem compreender e responder com sinais emocionais. No entanto, a agressividade ainda pode estar presente, e a apatia extrema e o cansaço são resultados bastante comuns. Os pacientes vão acabar por não conseguir desempenhar as tarefas mais simples sem ajuda. A sua massa muscular e a sua mobilidade degeneram-se a tal ponto que o paciente tem de ficar deitado numa cama; perdem a capacidade de comer sozinhos. Por fim, vem a morte, que normalmente não é causada pelo Mal de Alzheimer, mas por outro fator externo (pneumonia, por exemplo).

Evolução
A evolução da piora é em torno de 5 a 15% da cognição (consciência de si próprio e dos outros) por ano de doença, com um período em média de oito anos de seu início e seu último estágio. Com a progressão da doença passa a não reconhecer mais os familiares ou até mesmo a não realizar tarefas simples de higiene e vestir roupas. No estágio final necessita de ajuda para tudo. Os sintomas depressivos são comuns, com instabilidade emocional e choros. Delírios e outros sintomas de psicose são frequentes, embora difíceis de avaliar nas fases finais da doença, devido à total perda de noção de lugar e de tempo e da deterioração geral. Em geral a doença instala-se em pessoas com mais de 65 anos, mas existem pacientes com início aos quarenta anos, e relatos raros de início na infância, de provável cunho genético. Podem aparecer vários casos numa mesma família, e também pode acontecer casos únicos, sem nenhum outro parente afetado, ditos esporádicos

Medicamentos

PBT2
Não há cura mas até coma evolução das pesquisas, o medicamento chamado PBT2, desenvolvido pela companhia australiana Prana Biotechnology, parece melhorar a capacidade cognitiva de pacientes em fase inicial da doença de Alzheimer. Pesquisa publicada na revista Lancet Neurology afirma que essa droga também teve bons resultados na inibição do aumento de proteína associada à doença neurodegenerativa debilitante, que afeta cerca de 4.5 milhões de americanos.

Craig Ritchie, neurocientista da College London University e consultor da Prana declara que apesar do sucesso da última experiência que durou 12 semanas, com 78 pacientes, o teste deverá ser repetido durante um período mais prolongado antes de a empresa pleitear a patente do medicamento para tratamento de Alzheimer. “Esperamos poder dispor, nos próximos cinco anos, de tratamentos que resultem em melhorias significativas na vida das pessoas que sofrem desse mal”, comenta Ritchie

Pacientes que participaram da experiência foram submetidos a duas séries de testes para avaliar sua capacidade cognitiva – uma no início do tratamento e outra 12 semanas depois. Os testes avaliaram as chamadas funções executivas: capacidade organizacional, planejamento e raciocínio, como por exemplo, a forma como palavras de determinadas categorias afetavam os voluntários e a rapidez com que relacionaram círculos contendo letras ou números impressos em papel.

Ember (methylthioninium chloride)
O medicamento, conhecido como Rember (methylthioninium chloride), foi testado em 321 pacientes com Doença de Alzheimer1 leve ou moderada. Eles foram divididos em quatro grupos e cada um recebeu 30, 60 ou 100 mg da medicação ou um placebo. Após dezenove meses de acompanhamento, os melhores resultados foram observados no grupo que usou a dose de 60 mg.

Abaixo links dos episódios que foram mostrados pela HBO:

www.hbo.com/alzheimers/memory-loss-tapes.html

www.hbo.com/alzheimers/grandpa-do-you-know-who-i-am.html

www.hbo.com/alzheimers/about-the-project.html

www.hbo.com/alzheimers/caregivers.html

www.hbo.com/alzheimers/momentum-in-science.html

www.hbo.com/alzheimers/the-supplementary-series.html

O primeiro episódio, “As fitas perdidas da memória”, mostra sete pessoas diagnosticadas com o mal, variando nesse caso o período em que convivem com a doença e seu estágio. Entre as histórias está a de Woody, que pertenceu a um grupo de cantores e que vive em uma casa desenvolvida especialmente para abrigar homens e mulheres que sofrem de Alzheimer. Em um momento, Woody é levado pela filha e a mulher para reencontrar seu antigo grupo. Perdida pelas ruas, a filha diz: “Estamos dando voltas”. Ao que mãe responde, após repetir diversas vezes ao marido para onde estão indo: “É o que acontece com nossa vida”.

Em outro caso, Yolanda, que também vive em uma residência especial, acredita que sua imagem no espelho é sua melhor amiga e que cobras ficam enroscadas em sua cadeira. Atormentada, ela não se recorda do filho, Roberto, mas se lembra de seus cachorros do passado. Quando Roberto também faz menção aos cães, Yolanda dispara: “Como você pode saber? Eu não te conhecia naquela época”. É um exemplo que estampa a marcante e amarga experiência de um filho não ser reconhecido pela mãe.

Esse e os demais episódios - “Vô, você sabe quem eu sou?”, com Maria Shriver (produtora executiva de O projeto Alzheimer, junto com Sheila Nevins), “Avanços na Ciência” e “Cuidadores”, com transmissão semanal - foram desenvolvidos pela equipe que fez um projeto premiado, Vício (Addiction). Para o vice-presidente de conteúdo da HBO Latin America, Gustavo Grossman, exibir o documentário é gratificante porque “ele contribui para a conscientização sobre a doença”.

A HBO fez parcerias com entidades de combate ao Mal de Alzheimer na região. No Brasil, o apoio é dado à Federação Brasileira de Associações de Alzheimer (Abraz) "Meu Comentário: A Abraz é apenas uma associação que dá esclarecimentos e que conta com apoio de apenas um médico sem compromisso ou comprometimento. A associação apenas recebe apoios mas não há ajuda governamental ou empresarial". Nos Estados Unidos, onde o projeto foi desenvolvido, o National Institute on Aging é um dos apoiadores. A HBO Latin America criou também uma plataforma eletrônica para ampliar as informações a respeito da doença, estratégia adotada nos Estados Unidos quando o documentário foi transmitido lá. Mais dados sobre o Mal de Alzheimer, sobre o projeto e sobre associações que apóiam doentes e familiares estão disponíveis neste ambiente da HBO (www.hbomax.tv/alzheimer).

Um comentário:

  1. Meu pai foi diagnosticado com doença de Alzheimer, esta doença neuronal começou 25 anos antes de ser revelada que foi desencadeada no momento em que começamos a comer açúcares, incluindo todo e qualquer carboidrato que se decompõe em glicerol, e ele foi colocado no melhor tratamento médico aprovado pelos Estados Unidos Estados, (FDA) ele tem tomado Cholinesterase, Entretanto, para tratar sua perda de memória, confusão e problemas com seu pensamento e raciocínio. Apenas para ajudar a desacelerar a progressão e controlar os sintomas, já que não existe cura, li com interesse. Uma vez eu acreditei que a doença de Alzheimer não tinha cura. Bem, é verdade com a medicina inglesa, mas não com a fitoterapia. A experiência de meu pai abriu meus olhos para a realidade da cura por meio de ervas. Meu pai era um homem vibrante antes de seu encontro com Alzheimer. Ele era um cientista, portanto, sua capacidade mental nunca esteve em dúvida. Em 2013, ele foi diagnosticado com Alzheimer. Os sintomas se manifestaram por meio da repetição de conversas e do esquecimento gradual das coisas. Tornou-se progressivo desde encontrar as palavras certas durante a conversa até uma confusão significativa e esquecer detalhes sobre si mesmo. Não foi uma boa experiência, ver seu pai cujo brilho não tinha rival, tornou-se totalmente uma sombra de si mesmo. Seus médicos disseram que a doença não tinha cura, apenas medicamentos para o tratamento que tinham muitos efeitos colaterais foram administrados a ele. No início de 2016, enquanto estava na internet, me deparei com uma história de Alzheimer e li com interesse sobre uma cura por meio de ervas. Pesquisei mais para ter certeza de que não era uma farsa. Em minha busca, o medicamento fitoterápico do Dr. James foi mencionado no depoimento. Entrei em contato com o Grande Curandeiro em seu e-mail fornecido (DRJAMESHERBALMIX@GMAIL.COM) e recebi seu remédio de ervas para meu pai. Ele me disse que seu remédio fitoterápico ajudará meu pai a reduzir a dobra protéica anormal dentro de seus neurônios e regular os nutrientes e moléculas em seu sistema corporal, e também interromper a desordem progressiva que se acumula danificando suas células cerebrais, e ajudar suas células fracas que fazem com que o encolhimento do cérebro funcione bem, é uma boa bebida de ervas para reparar as células. Este médico James é um grande homem e seu remédio de ervas é maravilhoso e funciona bem como ele disse, sem efeitos colaterais. Já se passaram 4 anos e meu pai está perfeitamente bem e voltou ao trabalho de laboratório mesmo na velhice. Para seus entes queridos com Alzheimer ou demência, tire-os da medicina inglesa e use o remédio de ervas Dr. James para o tratamento. Se você está sofrendo de demência, doença de Alzheimer ou enfrentando diferentes tipos de problemas de saúde, não hesite em contatar o grande curador em seu e-mail em @ DRJAMESHERBALMIX@GMAIL.COM e obtenha sua cura definitiva. Ele é um bom homem e o ajudará a curar doenças como. Doenças cardiovasculares, câncer, diabetes, hepatite A, B C, doença de Alzheimer, Hiv / Aids, vírus do herpes genético, esquizofrenia, transtornos bipolares,

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